sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Da noite de ontem

Deviam faltar 10min para as 21h (hora do concerto) quando consegui (depois de descer a Av. da Liberdade, sem encontrar lugar, constatar que o parque dos Restauradores estava cheio, e tornar a subir) arranjar lugar mesmo no início da Avenida, quase colada ao Marquês.
E toca de descer a dita, nos meus Fly de 8cm.
E entrar no café/restaurante/tasca/merda qualquer mesmo em frente ao Coliseu para comer a pior bifana da minha vida (pois, parece que não foi desta que houve tempo para o sushi…).
Entrámos no Coliseu já passava das 21:30h. Esperámos mais de meia hora pela senhora, tendo em conta que nós mesmas já estávamos meia hora atrasadas! Enquanto isso gramámos com o DJ da Oxigénio… (no comment).
Eis que chega, Róisín Murphy! (algo parecido com uma grande bola de pêlo/plumas preto com um prato no topo) – brincadeirinha!!!
O concerto foi muito bom.
Acabou à meia-noite, e eu, a J. e a C. decidimos que antes de voltar a casa mesmo mesmo bom era ir beber um copo ao Hard Rock Café. Até aí tudo bem. De saída e prontas para subir a Avenida.
Até aí também tudo bem. Entrar no carro, e seguir. Certo.
Íamos nós já na A8, a passar a saída da Venda do Pinheiro, quando o “ligeiro barulho” que o meu escape andava a fazer (com conhecimento do meu tio e mecânico, não sou doida… ;p ) se transformou num som mais “chamativo”. Olho para o espelho retrovisor e vejo faíscas. Ok, é desta que a panela fica pelo caminho. – penso. Toca a parar em plena auto-estrada, vestir o belo do colete, pôr o triângulo, acordar o tio… “Tenta prender isso” disse ele.
A Inês pôs-se debaixo do carro e tentou prender aquilo. Achou que tinha conseguido. Entrou de novo no carro, seguiu, e 1km (mais coisa menos coisa) depois descobriu que afinal não tinha conseguido nada. Voltou a cair… antes caísse de vez… mas não.
Sem mais ideias, fizemos o resto da A8, até Torres Vedras, a 30km/h, 4 piscas ligados, a arrojar a panela do escape pelo alcatrão molhado. (ah, pois é, eu não tinha referido que estava a chover, pois não?!) (Imaginem só a cara do senhor que me atendeu nas portagens…)
Eram 3h quando cheguei a casa.

Conclusão: não voltar a levar o meu carro para mais nenhum concerto no Coliseu. Não é E.?



P.S. Eu depois posto uma foto ou um videozito...

5 comentários:

Trindade disse...

foto!foto!foto!

Gutes disse...

Pesadelo de uma noite de outono?
=O

Vivianne in Berlin disse...

;)

Maria Inês disse...

trindade:

Do concerto ou da je debaixo do carro em plena A8? ;p


gutes:

Qual pesadelo??
Foi giro! lol


Vivianne:

Podia ter sido uma noite mais... "fácil"; assim como podia ter sido bem pior... (mas para a próxima não levo mesmo o carro). ;)

homem bolo disse...

Maravilhoso, mesmo fascinante, deve ser fenomenal ir na auto-estrada e depois começar a ver o carro da frente a deitar luzes pelo escape, até deve dar para pensar que o carro tem algum género de foguete ligado a ele e que vai ganhar uma velocidade enorme e bater a velocidade da luz e ai viagar no tempo, mas não, o carro deita uma luz maravilhosa, mas depois pára muito rápidamente, se calhar parou o tempo, não, simplesmente foi o carro que parou, só faltava era o carro ir perdendo as péças e o condutor ir perdendo a paciência, ao ponto até de deixar ficar as péças que fossem caindo, até estou a ver a imagem: (carro a deitar fumo e faíscas enquanto anda)
alguem dentro do carro: Ups, lá vai o pára-choques, olha, também se foi o farol, élá, o carro não precisa daquilo para andar?
Condutora: (em silêncio e com raiva nos olhos)
Outra vez a outra pessoa: olha onde está a **** (buraco no lugar onde antes deveria estar a colega), mas tu queres ver... (olhar para trás, para o meio da estrada em busca desesperada pela colega) acho que se calhar temos de voltar atrás.
Condutora: (ainda com mais raiva)...