...e que já devia ter sido postado no domingo passado.
Serei só mais uma, ou simplesmente “a outra”, mas a outra de sempre…
Uma “outra” “especial”…
Porque como costumo dizer, antes ser a outra que ser a namorada encorn…
Porque não me importo que tenhas alguém na tua vida, desde que me deixes fazer parte dela também. Mas parte a sério, parte como quero ser, e parte constante, regular… Será que só não me importo porque sei que se eu fizer parte da tua vida dessa maneira é porque a parte que ela é não é assim tão importante?
Será que para ficar contigo tenho de acabar enfiada num bloco de betão?
Trágico…
Sugeria que tentássemos, mas que tentássemos de verdade.
Ser nós mesmos mas juntos.
Sugeria… mas já sugeri e disseste “pas cap”.
Sugiro de novo. Insisto.
Como tu insistias. E eu cedia…
Porque não cedes também?
Só uma vez… só mais uma vez…
Sempre a última que sempre a primeira de muitas outras.
Para sempre? Talvez…
E vejo uma caixinha de lata rolar pelo chão.
Ou ouço-a simplesmente.
E por vezes dou comigo a pensar “quelle conne…”
E sou. Continuo a ser. Continuo a tentar, a rir, a chorar porque é só o que sei ser.
Mas sem ti dói mais.
Porque gosto de ti demais e agora admito-o abertamente.
E hoje insisto mais uma vez.
Com direito a caixinha e tudo.
(promete-me que vês o filme…)
Cap ou pas cap?
Serei só mais uma, ou simplesmente “a outra”, mas a outra de sempre…
Uma “outra” “especial”…
Porque como costumo dizer, antes ser a outra que ser a namorada encorn…
Porque não me importo que tenhas alguém na tua vida, desde que me deixes fazer parte dela também. Mas parte a sério, parte como quero ser, e parte constante, regular… Será que só não me importo porque sei que se eu fizer parte da tua vida dessa maneira é porque a parte que ela é não é assim tão importante?
Será que para ficar contigo tenho de acabar enfiada num bloco de betão?
Trágico…
Sugeria que tentássemos, mas que tentássemos de verdade.
Ser nós mesmos mas juntos.
Sugeria… mas já sugeri e disseste “pas cap”.
Sugiro de novo. Insisto.
Como tu insistias. E eu cedia…
Porque não cedes também?
Só uma vez… só mais uma vez…
Sempre a última que sempre a primeira de muitas outras.
Para sempre? Talvez…
E vejo uma caixinha de lata rolar pelo chão.
Ou ouço-a simplesmente.
E por vezes dou comigo a pensar “quelle conne…”
E sou. Continuo a ser. Continuo a tentar, a rir, a chorar porque é só o que sei ser.
Mas sem ti dói mais.
Porque gosto de ti demais e agora admito-o abertamente.
E hoje insisto mais uma vez.
Com direito a caixinha e tudo.
(promete-me que vês o filme…)
Cap ou pas cap?
