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terça-feira, 14 de outubro de 2008

CAP OU PAS CAP? [aka] O post que esperou um mês para ser postado...

...e que já devia ter sido postado no domingo passado.


Serei só mais uma, ou simplesmente “a outra”, mas a outra de sempre…
Uma “outra” “especial”…
Porque como costumo dizer, antes ser a outra que ser a namorada encorn…

Porque não me importo que tenhas alguém na tua vida, desde que me deixes fazer parte dela também. Mas parte a sério, parte como quero ser, e parte constante, regular… Será que só não me importo porque sei que se eu fizer parte da tua vida dessa maneira é porque a parte que ela é não é assim tão importante?

Será que para ficar contigo tenho de acabar enfiada num bloco de betão?
Trágico…

Sugeria que tentássemos, mas que tentássemos de verdade.
Ser nós mesmos mas juntos.
Sugeria… mas já sugeri e disseste “pas cap”.

Sugiro de novo. Insisto.
Como tu insistias. E eu cedia…
Porque não cedes também?
Só uma vez… só mais uma vez…
Sempre a última que sempre a primeira de muitas outras.
Para sempre? Talvez…

E vejo uma caixinha de lata rolar pelo chão.
Ou ouço-a simplesmente.
E por vezes dou comigo a pensar “quelle conne…”
E sou. Continuo a ser. Continuo a tentar, a rir, a chorar porque é só o que sei ser.

Mas sem ti dói mais.
Porque gosto de ti demais e agora admito-o abertamente.
E hoje insisto mais uma vez.
Com direito a caixinha e tudo.
(promete-me que vês o filme…)
Cap ou pas cap?

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Porque não lhes consigo dar títulos... Arquivo #3


"Uma ilusão distante. Sombras na noite. As memórias mantêm-te perto de mim, constante. O silêncio da noite consome-me, afoga-me os pensamentos, seca-me as lágrimas, rouba-me o ar. E quando me sinto morrer adormeço, finalmente, envolta nesse manto escuro que a noite teceu e o silêncio rematou."

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Um dia escrevo um livro...

Juntando todos os bocadinhos sem nexo que escrevo... um dia ainda sai daqui qualquer coisa de jeito.

"Então e se ele não voltar, já pensaste?!
É claro que não pensaste. Só pensas naquilo que queres e ficas à espera que tudo aconteça exactamente à imagem e semelhança do teu pensamento. Como se cruzasses os braços e te sentasses no passeio à espera que parasse de chover...
E não iria parar? Perguntas tu.
Bem, eventualmente..."

terça-feira, 1 de julho de 2008

Primeiro Arquivo (enquanto não lhe encontro um nome...)



“Aquela imensa alegria de quem se sente abraçado à felicidade, e como se o vento quente que corre entre nós me roubasse as palavras, suspiro apenas. Fico como que muda, descansada. E mesmo depois de ires deito-me sobre a cama e imagino que ainda ali estás. Pensamento tal facilitado pelo perfume com que impregnaste a barra do meu lençol, e a almofada… e que agora inspiro como que alimento para a alma. Sinto-me feliz e adormeço.”